domingo, 8 de julho de 2007

Paulo Bittencourt no Yuutsu

O churrasco ontem foi até tarde (ou melhor, até cedo) e no fim quem ficou até o fim se abancou em algum sofá ou almofada e dormiu u.u Já virei a noite algumas vezes, mas essa foi a primeira vez em que eu acordei em um sofá alheio sem uma clara lembrança de ter ido parar lá. Voltar pra casa às seis da manhã e ter que levar os cachorros pra passear ainda não é agradável, mas o combo banho-cama depois disso tudo é insuperável.

A próxima é aqui em casa, e estrearei devidamente minha nova máquina fotográfica. Até lá... bem, até lá eu acho que vou continuar apreciando esse meu humor pitoresco. Sempre que entro nesse estado, sei que uma epifania está próxima (nem sempre é uma grande epifania, mas não sejamos exigentes).

Depois de um mês de profunda melancolia, especialmente sexta-feira e hoje (muito embora seja estranho, eu adoro esses estados de espírito semi-depressivos ou desnecessariamente introspectivos - são um bom feriado do mundo externo, e eu sempre apreendo - com dois "e" mesmo - algo de novo quando volto) nada mais apropriado que inaugurar a cinemateca das férias re-assistindo The Melancholy of Haruhi Suzumiya - desta vez em ordem cronológica. Hoje eu vi desde "Suzumiya Haruhi no Yūutsu I" a "Suzumiya Haruhi no Yūutsu VI" e "Suzumiya Haruhi no Taikutsu". O próximo, em ordem, será "Mystérique Sign". Falta organizar o meio ainda, mas já determinei que o penúltimo e o último são, respectivamente, "The Day of Sagittarius" e "Someday in the Rain". Obviamente, "Remote Island Syndrome I" e "Remote Island Syndrome II" são consecutivos, então resta encaixá-los junto a "Live Alive" e "Asahina Mikuru no bōken Episode 00" para fechar todos os 14 capítulos. Hmm... Depois disso, Read or Die cairia bem.

Ainda planejo ler a Biblia, mas não pretendo começar essa semana. Tenho outros projetos que tomam procedência sobre meu tempo de leitura. Quarta-feira, devo ir à faculdade descobrir minha nota na prova de ICD-1. Preciso determinar meu ranking no KGS com um pouco mais de rigor, também. Meus Ooteai já se atrasaram o suficiente (e não por um motivo nobre como o do Hikaru, infelizmente). Mas a proridade imediata é levar os cachorros para outra volta e depois tomar um banho bem quente e demorado para melhorar esse torcicolo que me atormentou o dia todo. *sigh* São as inconveniências desse invólucro carnal, creio eu. Um dia me verei livre dele e provavelmente sentirei sua falta, ainda que seja apenas uma nostalgia passageira. Incidentemente, a oportunidade é muito bem-vinda. Itekimasu.

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