Finalmente, encontrei uma imagem de CD do Melty Blood compatível com o patch da Revolve/MirrorMoon. Infelizmente, ele não traduz o pacote ReACT -Final Tuned- (nem só o ReACT) Mas pelo menos eu posso brincar no Story Mode sem ter de aprender a ler em japonês. Na verdade, as alterações do ReACT, apesar de mudarem quase completamente a mecânica de jogo (e nerfarem a Ciel) me são indiferentes... exceto, é claro, as novas personagens (ou melhor, uma delas: a Len) OH a Len é maravilhosa, nunca vi um súcubo mais bonitinho =^_^= (tá, eu nunca vi um súcubo... um detalhe insignificante)
O ReACT não é traduzido
Mas tem a Len-chan e a Satsuki, além de um visual bastante alterado, perfis "PC" e "AC" (que mudam alguma coisa, mas não sei exatamente o quê, na hora dos EX) e o sistema HEAT/BLOODHEAT a partir dos 100% Magic Circuit (e obrigatório aos 300%... não-bom)
DELICIOSO Story Mode traduzido (finalmente)
Sim, o Shiki tem rosto. Essa é a versão Nanaya, do último Dead End da Kohaku Route de Tsukihime. Tohno Shiki também está presente (e eles são quase idênticos). Detalhe para a Hisui aparando meus golpes furiosos com uma panela rasa. Não importa, 33 hits ainda doem.
Arcueid Brunestud versus Tohno Akiha. Essa é a tela de seleção do Melty Blood normal.
Akiha (Inversion Impulse) também aparece - afinal, ela é uma Tohno. Quando a Kohaku está gripada, o jeito é beber sangue de saquinho x.x Tipo B, aparentemente.
Seventh Scripture é o 300%EX da Ciel. Ela até troca os robes clericais pela roupa de exorcista (e olha que antes do primeiro round ela está de uniforme por baixo dos robes... hmm...) Esse treco é quase tanta apelação quanto o Seventeen Pieces e o Marble Phantasm, mas o Nrvsqsr merece.
Acho que o que mais fez falta nesse jogo foi o SHIKI/Roa. Mas ninguém ama ele, mesmo... Muito embora seja de 2002, ele deixa muitos engines gráficos atuais no chinelo. Seus singelos 640x480 pixels de resolução abrigam uma animação perfeita de movimentos, fundos em alta definição e um benchmarker no topo da tela, só porque pode xD
O melhor fator do jogo, sem dúvida são os voice-overs. Nunca na minha vida eu ouvi melhor. Não só a dublagem é perfeita, mas os diálogos variam de acordo com quem está contracenando. Por exemplo, se a Ciel vence uma partida contra Tohno Shiki, ela o adverte de que "é feio tentar bater em uma dama, Tohno-kun". E eu ganho pontos extras por ter entendido isso em japonês. Akiha o chama de Nii-san, Hisui de Shiki-sama, e por aí afora. Arcueid x Ciel e Akiha x Kohaku são os melhores diálogos in-fight, e a Mecha-Hisui, ao ser derrotada, fala o nome do oponente, omitindo a primeira sílaba e com o devido epíteto. Ao vencer, clama que é a Hisui, e não uma boneca. Personagem interessante. Len, obviamente, não fala nada (e cadê o maldito patch de Kagetsu Tohya?)
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Aliás, diga-se de passagem, o livro é bastante interessante: foi editado em 1974, apresenta uma história e as regras básicas do jogo E é não-intencionalmente hilário (o melhor tipo de humor é o acidental):
Para uma pedra, o ser destituída de todas as suas liberdades e ser retirada do tabuleiro é o mesmo que para um homem ser morto com um tiro de revolver. Uma vez morto nunca tornará a viver.Apercebam-se da falta de acento em "revolver". Aparentemente, um homem morto com um tiro de escopeta poderá eventualmente voltar a viver (e afinal o Cristo não foi supostamente crucificado e voltou?) O terceiro capítulo consiste em uma leitura de um jogo feito entre dois principiantes, permeado de conjecturas sobre o estado emocional dos jogadores em resposta a jogadas "inesperadas".
Fotos do site de onde comprei o tabuleiro
Foto tirada por mim, que demonstra claramente meu maravilhoso dom artístico, bem como a magnificicidade do goban.
Agora, com a licença de meus eventuais leitores, irei estrear o tabulero juntamente com meu pequeño irmãozinho, Dudu. Até mais ver.
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